Eu sabia que aquela noite ia mudar tudo, mas não imaginei o quanto. Meu marido, Ricardo, sempre teve essa fantasia: me ver com outro homem, sentir o prazer de ser o corno da história. No começo, eu resistia, mas com o tempo, as conversas dele na cama, cheias de detalhes sujos, começaram a me excitar também. Ontem, finalmente aconteceu, e agora estou aqui, sentada na nossa cama, com o corpo ainda quente, pronta pra contar tudo a ele.
Foi com o Daniel, nosso vizinho do apartamento ao lado. Ele é mais novo, tem uns 30 anos, corpo malhado e um jeito de falar que sempre me deixou nervosa. Ricardo já tinha brincado sobre ele, dizendo que eu deveria “experimentar um cara mais jovem”, e eu ria, mas no fundo, a ideia me tentava. Ontem, quando Ricardo saiu pra trabalhar, Daniel bateu na porta, pedindo açúcar. Eu sabia que era uma desculpa — o olhar dele dizia tudo.
Convidei ele pra entrar, e em minutos, a tensão explodiu. Ele me encostou na parede da cozinha, a mão firme na minha cintura, e me beijou com uma fome que me fez tremer. “Você é muito mais gostosa do que eu imaginava,” ele sussurrou, enquanto abria minha blusa e chupava meus seios com força, mordendo os mamilos até eu gemer alto. Eu sentia o anel de casada no dedo, mas isso só me deixava mais molhada, sabendo que Ricardo ia gozar só de ouvir isso.
Daniel não perdeu tempo. Ele me virou de costas, levantou minha saia e rasgou minha calcinha com um puxão. “Olha como você tá pingando,” ele riu, enfiando dois dedos dentro de mim, me fazendo gritar enquanto ele mexia rápido, me levando ao limite. Eu gozei ali mesmo, na cozinha, com ele me segurando firme, e quando ele abriu a calça, vi o volume que me esperava. “Quero te foder até você esquecer seu marido,” ele disse, e eu só consegui assentir, louca de tesão.
Ele me pegou ali, contra o balcão, metendo com força enquanto eu gemia sem controle. Cada estocada me fazia pensar em Ricardo, no quanto ele ia adorar saber que outro cara tava me comendo na nossa própria casa. Daniel me virou de frente, me levantou no colo e me levou pro sofá, me jogando de quatro. “Grita pra mim, sua safada,” ele mandou, e eu obedeci, sentindo ele me preencher de novo, batendo fundo até eu gozar mais uma vez, as pernas tremendo.
Quando Ricardo chegou, eu ainda tava com o cabelo bagunçado, o corpo marcado pelos chupões de Daniel. “Oi, amor,” ele disse, mas já viu na minha cara que algo tinha acontecido. Sentei ele na cama e comecei a contar, devagar, vendo o pau dele crescer na calça. “O Daniel me fodeu hoje,” falei, e ele gemeu, se tocando enquanto eu descrevia tudo: o jeito que Daniel me chupou, como ele me fez gozar, o tamanho dele me arrombando no sofá.
Ricardo tava louco, me pedindo mais detalhes. “Ele te fez gozar mais que eu?” perguntou, a voz tremendo, e eu sorri, provocadora. “Muito mais,” menti, só pra ver ele se contorcer de tesão. Contei como Daniel me deixou de quatro, como ele gozou na minha bunda, me marcando como se eu fosse dele. Ricardo me puxou pra ele, me beijando com desespero, e me comeu ali mesmo, gemendo que eu era a “puta perfeita” dele.
Depois, deitados na cama, ele acariciava meu cabelo, ainda ofegante. “Você quer de novo?” perguntou, e eu ri, beijando o peito dele. “Se você mandar,” respondi, e o sorriso dele foi a resposta que eu precisava. Nosso casamento é assim: ele me entrega, eu me divirto, e no fim, a gente se ama mais ainda. Daniel deixou o número dele na geladeira, e eu já tô pensando em chamar ele de novo — quem sabe com Ricardo assistindo dessa vez.
Hoje, enquanto tomávamos café, Ricardo não parava de me olhar, o desejo estampado no rosto. “Você tava linda gritando com ele,” ele disse, e eu senti meu corpo esquentar de novo. É louco como isso nos une, como o tesão dele por ser corno me faz sentir tão poderosa. Eu sou a esposa que ele sonhou, e ele é o marido que me deixa ser quem eu quero.
Talvez na próxima eu chame Daniel pra um jantar. Ricardo ia pirar vendo ele me comer na nossa mesa, e eu ia adorar cada segundo, sabendo que meu marido tá ali, duro e humilhado, amando cada gemido que eu solto. É assim que a gente vive, e eu nunca me senti tão desejada.