Contos eróticos: A Loirinha e o Caminhoneiro

Oi, meu nome é Cristina e tenho 24 anos. Eu nunca pensei que fosse contar meu caso sexual mais inesperado para tantas pessoas.

Bom, nem sei por onde começar, mas vou abrir o jogo. Eu estava morando em Rondônia no ano passado. Essa época foi decisiva na minha vida.

Eu estava passando por problemas familiares e minha mudança para esse estado, para estudar, me deu uma melhor visão de mundo.

Eu estudava educação física numa faculdade perto de onde eu morava.

Eu não conhecia Porto Velho direito, embora estivesse morando há alguns meses lá. E esse dia, resolvi sair da faculdade para caminhar.

Não muito longe da faculdade onde eu estudava, tinha um bar, onde volta e meia eu passava e via vários rapazes assistindo futebol.

Esse dia era um daqueles: era quarta-feira, então estava um verdadeiro burburinho de gente lá.

Não sou muito fã de esportes, mas passei no bar para pegar uma cerveja latinha e um cigarro. Como você já deve imaginar, uma mulher sozinha no meio de um monte de caras sempre gera burburinho.

Nesse caso foi o contrário. Ao invés de assobios, todo mundo ficou em silencio, como se eu fosse da polícia.

Bom, talvez minha cara emburrada, minha jaqueta preta e meu cabelo louro amarrado fizesse passar essa impressão.

Haviam vários caminhões estacionados ali, provavelmente grande parte dos homens estavam de passagem.

Tomei duas doses de 51 e saí do barzinho com minha bebida e meu cigarro. Segui caminhando.

Estava complicado estudar longe de tudo o que conhecia. Ainda não tinha amigas ali, nem amigos. O que complicava tudo no quesito sexo. Eu só pensava em transar.

Resolvi caminhar para evitar parar de pensar tanto em algo que eu não podia fazer.

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Depois de uns 30 minutos caminhando, passei por uma ponte pouco movimentada e senti meu salto descer mais que o normal entre os blocos de alvenaria da ponte. Estava presa.

-Nossa, mas que saco! – Bradei sozinha, tentando tirar o salto. Tive que me sentar no chão.

Àquela altura, eu já tinha terminado a bebida e o cigarro, então estava meio tonta.

Parecia ser fácil tentar me livrar daquela ‘armadilha’ do meu pé. Estava há alguns minutos tentando e não conseguia.

Ouvi um caminhão passando pela via, mas não pensei que precisaria de ajuda de alguém para algo tão ‘simples’.

Então, o caminhoneiro parou e se ofereceu para ajudar: Moça, segura minha mão. Vou te tirar daí.

Sem ter muita escolha, segurei a mão dele e levantei. Ele conseguiu tirar meu pé da fresta e eu agradeci.

-Você é sempre emburrada assim? – Perguntou.
-Não sou emburrada. Só não tenho motivo para ser simpática com quem não conheço. – Respondi.
-Para onde você tá indo? Quer uma carona?
-Eu estava só caminhando, sem rumo mesmo, não se preocupa.
-Nessa região aqui? Aqui é a área mais perigosa da cidade. Se você não quiser minha carona, espero que volte pra um local seguro.
-Eu sei que você pode estar só inventando isso pra que eu entre no seu caminhão, mas vou aceitar sua carona.

Naquele ponto, acendi todos os meus sinais de alerta. Embora tivesse bebido um pouco, não estava fora de mim.

Subi no caminhão dele e me deparei com um local bem arrumado, cheiroso e bem confortável. Expliquei a ele onde estava morando e ele me levou até o minha casa.

Agradeci com um abraço mas, ao sentir seu cheiro, sabia que a gente podia aproveitar um pouco mais aquela noite.

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Beijei o pescoço dele e senti sua mão prontamente apertando minha cintura. Embora fosse mais velho que eu, aquele caminhoneiro era tão vigoroso, forte e gentil, que acabou conquistando minha vontade.

Subi no colo dele, e comecei a rebolar, pondo pressão sobre seu membro, que ficou duro e bem maior do que eu esperava.

Senti ela sentar no meu pau, ainda de roupa. E era uma sensação tão gostosa. Apertei sua cintura e empurrei ainda mais seu corpo contra o meu, o que a fez soltar um gemido.

Ele estava com tudo. Arranquei sua blusa, tirei a minha jaqueta e esfreguei meus seios no rosto dele, o que o deixou ainda mais excitado.

Os peitinhos gostosos dela na minha cara me deixaram muito excitado. Eu só queria foder aquela gostosa loirinha.

Soltei meu cabelo e deitei no banco, pedindo para que ele fodesse meu cuzinho e puxasse meu cabelo.

Levantei a saia dela, joguei sua calcinha pro lado e empurrei meu pau inteiro no cuzinho daquela safada.

Como uma cadela no cio, senti todo o vigor dele dentro de mim e gritei, pedindo por mais. Ele puxava meu cabelo e fodia forte como se eu sempre tivesse sido sua.

Senti o pau dele pulsar dentro de mim, ele queria gozar.

Mas eu não queria gozar dentro dela. Então pedi para que aquela safada se virasse pra mim. Ela prontamente virou, abriu a boca e pediu pra receber leitinho na boca.

Ele descarregou todo aquele gozo em mim e eu me senti a maior safada. Vi que mesmo depois de gozar, ele ainda estava excitado, então abri as pernas e pedi para que ele entrasse na minha boceta desta vez.

Penetrei sua boceta apertada, ainda mais gostosa de foder que aquele cu. Beijei os seios dela e bombei forte sua xoxota, fazendo ela gemer muito dentro do meu caminhão.

Eu já estava na minha segunda gozada, quando ele encheu minha xoxota de porra.

Foi minha primeira vez com um cara tão mais velho. E acho que fiquei viciada. Pedi para que ele voltasse no outro dia.

Mas ele disse não poder, estava só de passagem por Porto Velho. Dei uma última mamada nele e fui para casa, me sentindo uma puta.

Ele arrastou o caminhão e nunca mais nos vimos.

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